Com o título Justiça: melhor tarde do que nunca, a revista Carta Capital Especial 18 anos (03-10- 2012) estampa a seguinte reportagem:
O atestado de óbito do jornalista Vladimir Herzog (1937/1975) será finalmente retificado. Por decisão judicial, o documento informará que “a morte decorreu de lesões e maus-tratos sofridos em dependência do II Exército (DOI-Codi)”. A decisão do juiz Márcio Bonilha Filho, da Segunda Vara de Registros Públicos de São Paulo, desmonta de vez uma das maiores farsas da ditadura. Herzog morreu após ser torturado em 25 de outubro de 1975, mas a repressão armou uma cena para simular o suicídio do jornalista. O magistrado acatou um pedido da viúva de Herzog, Clarice, e da Comissão Nacional da Verdade. É um dos primeiros resultados práticos obtidos pelos integrantes do grupo nomeado pela presidenta Dilma para investigar os crimes da ditadura.
Com a finalidade de apurar os crimes cometidos pela Ditadura Militar no Brasil, a Comissão Nacional da Verdade foi proposta durante o governo de: