a vida cotidiana é uma constante no livro, cenários disso, às vezes, são a praça da pequena cidade, a aldeia anônima, a cantina e o bar. Ali, um corvo pode ser parido do pulmão de um velho, ou uma assembleia pode decidir se os mortos têm permissão para voltar à vida, evitando-se sempre a abordagem da violência, resultando num quadro exótico, por vezes fantástico, da vida comunitária moçambicana.