Começando por sua cidade natal, Louisville, no Estado de Kentucky, as homenagens se espalharam pelo país em que se tornou um dos maiores símbolos da luta contra o racismo e pelo qual se recusou a lutar na Guerra do Vietnã com um argumento tão simples como certeiro. “Não tenho nenhuma desavença com esses vietcongs”, disse. “Nenhum vietcong jamais me chamou de negro.”
(Marcelo Ninio e Diogo Bercito. “Agradecidos, EUA se despedem do homem que foi ‘maior que a vida’”. Folha de S.Paulo, 05.06.2016.)
O excerto refere-se ao campeão mundial de boxe Cassius Clay, que adotou o nome de Muhammad Ali. A atitude de Ali expõe