Como as obras de arte eram consideradas objetos úteis, a sociedade medieval, até o século XV, confundia o artista com o artesão. Ela tinha o artesão como o simples executor de um projeto elaborado por um “mestre”, prelado ou príncipe. A autoridade eclesiástica argumentava que não cabia aos pintores inventar imagens; a Igreja já as havia inventado e propagado. Cabia a eles, simplesmente, realizá-las por meio de procedimentos técnicos.
(Georges Duby. Art et Société au Moyen Age, 1997. Adaptado.)
O excerto traz informações significativas sobre a Idade Média Ocidental, podendo-se destacar, entre elas,