“Como milhões de pessoas nas ruas não conseguiram derrotar um regime isolado e desprestigiado, nem dobrar seus representantes no Congresso? Qual seria o projeto de democracia que se desenhava nas ruas? Seria o voto direto um símbolo vazio de sentido, uma bandeira frágil que se rasgou na primeira adversidade? No animado verão de 1984, o Brasil viveu uma breve, poética e frágil primavera democrática. Que até hoje desafia quem tenta analisála”.
NAPOLITANO, Marcos. Todo mundo na rua, de blusa amarela. Revista de História. Ano 10, nº 114, março de 2015.
No trecho citado, o autor faz referência a um importante momento histórico vivido pelo Brasil na década de 1980, relacionado a