Como os seus ídolos europeus, esses autores brasileiros exibem fundos traços de defesa e evasão, que os leva a posições regressivas: no plano da relação com o mundo (retorno à mãe-natureza, refúgio no passado, reinvenção do bom selvagem, exotismo) e no das relações com o próprio eu (abandono à solidão, ao sonho, ao devaneio, às demasias da imaginação e dos sentidos).
(Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 1994. Adaptado.)
O texto refere-se aos autores