Conhecido por seus efeitos de preenchimento, modelagem facial e corporal, o poli(metilmetacrilato) (PMMA), que ganhou fama por proporcionar um efeito de “plástica sem bisturi”, tem atraído muitas mulheres pela proposta sedutora de resultados instantâneos, mas pode provocar danos irreversíveis à saúde, podendo até mesmo levar à morte. Por isso, não é indicado para procedimentos estéticos.
Segundo o cirurgião plástico Giancarlo Dall’Olio, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o PMMA pode ser utilizado apenas em plásticas reparadoras de pacientes com HIV que tenham lipodistrofia facial. De qualquer forma, deve-se consultar sempre o médico especialista para verificar a quantidade a ser aplicada. É importante ressaltar que, antes de qualquer procedimento, o paciente deve ser avaliado clinicamente. Outro aspecto a ser analisado é a estrutura do local, onde será feito o atendimento. O procedimento nunca deve ser feito fora de ambiente hospitalar, além de ser indispensável o alvará da Prefeitura e da Vigilância Sanitária.
Disponível em: <https://odia.ig.com.br/vida-saudavel/2018/07/5560723-pmma-entenda-os-riscos-deste-preenchimento.html>. Acesso em: 21 ago. 18 (Parcial e adaptado.)
O PMMA pode ser obtido industrialmente, a partir da reação descrita abaixo:
Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.