Os versos “Marília, de que te queixas?/ De que te roube Dirceu/ O sincero coração?/ Não te deu também o seu?/ E tu, Marília, primeiro/ Não lhe lançaste o grilhão?/ Todos amam: só Marília/ Desta Lei da Natureza/ Queria ter isenção?” são de Cláudio Manuel da Costa, dirigidos a D. Marília, rainha de Portugal, pedindo que ela abrande a pena, a qual ele fora condenado por traição.