Considere as passagens a seguir.
I. "O tempo não é algo que exista em si ou que seja inerente às coisas como uma determinação objetiva e que, por conseguinte, subsista, quando se abstrai de todas as condições subjetivas da intuição das coisas."
II. "O tempo não é mais do que a forma do sentido interno, isto é, da intuição de nós mesmos e do nosso estado interior."
Se considerarmos as mais tradicionais teorias filosóficas sobre a natureza do tempo, a posição kantiana, descrita em I e II, é mais próxima de uma teoria