Considere o fragmento do texto do jornal Correio Brasiliense:
[...] O certo é que, à medida que o tempo passa e o momento de tomar a decisão da escolha de uma profissão se aproxima, os questionamentos internos e externos começam a ficar mais intensos e a exigir uma resposta rápida. No fim do Ensino Médio, como se já não bastasse a pressão por conseguir boas notas em testes como o Enem, existe uma ansiedade por parte do próprio estudante para descobrir o que deseja, bem como a imposição de outros, como professores, pais e conhecidos, para que a pessoa faça uma escolha. Em meio à pressa e ao nervosismo, nem sempre a decisão é acertada.
[...] Segundo Leila Arruda, que é administradora de empresas, para evitar que isso aconteça, o primeiro passo é que esses jovens procurem se conhecer bem. “É preciso se perguntar o que se quer. Muitas vezes, o pai acha melhor um curso, a mãe outro, mas pode ser que nenhuma dessas opções seja a vontade da pessoa. No fundo, a gente sabe do que gosta”, destaca.
Leyla Nascimento, que trabalha com a integração entre RH, educação e trabalho, há 30 anos, ressalta que a afinidade precisa ser levada a sério. “Tem que ver o que dá satisfação e gera identificação.” Esse também é o conselho do professor de administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Rodrigo Casagrande. “A primeira etapa é se conhecer, porque você vai passar no mínimo 40 horas da sua semana se dedicando à sua profissão. Então, seria melhor passar esse tempo fazendo algo que agregue significado”, destaca.
(Martins, Thays. Orientação vocacional: para não se arrepender. Correio Brasiliense, Brasília, 20 jan. 2019. Caderno de Trabalho, p. 2. Adaptado.)
A gramática tradicional admite o emprego opcional do acento grave, marcando crase, em um dos casos a seguir.
Assinale a resposta que apresenta esse emprego opcional: