Da perspectiva de minimização imediata das tensões sociais, e de uma rápida acomodação do setor público ao imperativo dos gastos extraordinários do Plano de Metas, entende-se o porquê de a administração Kubitschek ter escolhido o financiamento inflacionário em detrimento da aprovação de uma ampla reforma tributária.
(Felipe P. Loureiro. Empresários, trabalhadores e grupos de interesses: a política econômica nos governos Jânio Quadros e João Goulart, 1961-1964, 2017.)
Os gastos do governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961) tinham por finalidade