Da riqueza extraída das Minas, quase tudo ia para a Metrópole, onde se consumia em gastos suntuários, em construções monumentais — como o Convento de Mafra —, no pagamento das importações de que Portugal necessitava. Poucos foram os privilegiados que enriqueceram na capitania do ouro, e insignificantes os efeitos produtivos gerados pela mineração, de um e outro lado do Atlântico.
Laura Vergueiro. Opulência e miséria das Minas Gerais. São Paulo: Brasiliense, 1983, p. 76.
A partir do texto e de seus conhecimentos, é correto afirmar que a mineração brasileira, no século XVIII,