De acordo com certas estimativas, os lares mexicanos consagram cerca de 14% de seus salários para satisfazer as exigências de funcionários corruptos – número que sobe para 33% nas famílias que recebem um salário mínimo. Do lado das empresas, mais de um terço declara ter pago propina para obter um contrato público e 36,7% para obter uma simples ligação de água corrente.
(Renaud Lambert. “México: a tentação de ter esperança”. Le monde diplomatique Brasil, junho de 2018.)
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