De fato, no seu esforço em transformar os aldeamentos em mecanismos ideais para a manipulação e controle dos povos indígenas, os jesuítas buscavam, de forma meticulosa, desmontar os elementos fundamentais da organização social e cultural de diversos grupos locais, substituindo-os por um modelo radicalmente divergente.
(John Manuel Monteiro. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo, 2000.)
Um exemplo desse “modelo radicalmente divergente” introduzido pelos jesuítas foi