“Desde o início de seu processo evolutivo, o homem convive com a emergência de novos patógenos. Nos últimos anos, de forma intensificada. Com a evolução tecnológica na área de saúde, esperava-se que doenças infecciosas transmissíveis, como dengue e hanseníase, tivessem reduzida sua importância como causa de morbidade e mortalidade da população. Gradativamente, agravos de natureza infecciosa seriam substituídos por doenças crônicas não transmissíveis e causas externas, no cenário epidemiológico, completando a chamada transição epidemiológica. Apesar de o Brasil ter experimentado essa mudança no seu perfil de mortalidade, as patologias infecciosas continuaram a representar um importante fator de morbidade, sobretudo, pela emergência e reemergência de doenças. Desde o advento da AIDS, mais de 20 novos patógenos foram descritos, envolvidos em diversas doenças, algumas delas muito graves e de difícil controle.”
(FONTE: portal.saude.gov.br. Acesso 20/10/11 – modificado.)
Atualmente, o surgimento de novas doenças e o aumento da incidência de outras já existentes, têm características preocupantes e particulares, dentre as quais NÃO podemos considerar: