Desde que a era das fotografias espaciais começou, há quarenta anos, uma nova e prodigiosa imagem se formou no arquivo mental da humanidade sobre o que é o planeta no qual vivemos. Do nosso ponto de vista ao universo, provavelmente não existe nada que se compare à beleza desta vívida esfera azul, brilhando na imensidão do espaço, água e terra entrelaçadas num abraço eterno, envoltas num cambiante véu de nuvens. A luxuriante diversidade da vida espalhada por florestas, montanhas, desertos, oceanos, rios, vibrando num diapasão constante que evoca uma história de 3,5 bilhões de anos, desde as bactérias primevas até tudo o que respira, exala, anda, rasteja, suga, se fotossintetiza, se multiplica e se replica, neste momento exato, em nosso planeta. Métodos mais acurados de observar a Amazônia mapeiam o desmatamento. Desequilíbrio no ciclo das chuvas, causado pelo homem, ameaça a floresta. 75% das emissões de gás carbônico do Brasil vêm das queimadas na Amazônia, o que coloca o país entre os cinco maiores poluidores do mundo. Investimentos em florestas de proveta aliviam a pressão sobre a mata nativa. A totalidade da vida, conhecida como biosfera pelos cientistas e criação pelos teólogos, é uma membrana tão fina de organismos, que envolve a Terra que não pode ser vista a partir de uma nave espacial, porém internamente é tão complexa, que a maior parte das espécies que a compõem está por ser descoberta.
(GRYZINSKI, 2005, p. 84-118).
Analisando-se o texto e estendendo essa análise para outros processos nos quais se produz CO2, é correto afirmar: