Desde que os microchips se tornaram menores e mais poderosos, eles se infiltraram, praticamente, em todos os espaços da sociedade, de smartphones a dispositivos médicos, aos controles que regulam linhas férreas, usinas elétricas e instalações de tratamento de água. Especialistas em segurança de computadores vêm alertando que esses equipamentos integrados são altamente vulneráveis a ataques porque estão cada vez mais ligados a outros computadores, e porque, praticamente, não têm defesas protegendo seu firmware, os programas impressos no chip. Em outubro passado, seguindo uma onda de ataques a redes, que se acredita ter origem no Irã, o secretário de defesa americano, Leon Panetta, alertou que um “Pear Harbor cibernético” poderia ser iminente.
Engenheiros estão fazendo progressos na proteção desses chips. Uma nova abordagem, descrita durante uma conferência de segurança computacional em julho, é um programa que escaneia trechos aleatórios do código do firmware para procurar sinais de invasão.
CKOI, C. Q. Perigo digital. Scientific American Brasil. São Paulo: Duetto, n. 128, ano 11, jan. 2013, p. 10. Adaptado.
I. SiO2(s) + C(s) → Si(ℓ) + CO2(g)
II. Si(s) + 3HCl(g) → H2(g) + SiHCl3(g)
O silício utilizado em semicondutores deve ter um elevado grau de pureza, inicialmente, é obtido impuro a partir da reação do dióxido de silício com carbono, a aproximadamente 1 900°C, de acordo com a reação representada pela equação química I. O silício, assim obtido, é resfriado a 300°C e reage com o cloreto de hidrogênio para produzir, principalmente, o triclorossilano, SiHCl3, – equação química II – que pode ser separado de outros compostos por destilação. O silício de maior pureza é obtido pela redução do triclorossilano com hidrogênio, reação inversa da que é representada na equação II.
LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blücher, e. 5, 1999, p. 34. Adaptado.
Considerando-se as informações do texto, os conhecimentos de Química e as equações químicas I e II, é correto afirmar: