“Desistindo de montar um enredo em função de pessoas, ateve-se à sequência de descrições muito precisas onde cenas coletivas e tipos psicologicamente primários fazem, no conjunto [do espaço], a personagem mais convincente do nosso romance naturalista. Existe o quadro: dele derivam as figuras”.
(História Concisa da Literatura Brasileira, 1970).
Estas considerações referem-se à seguinte obra: