DESTINO
Cecília Meireles
Pastora de nuvens, fui posta a serviço
por uma campina desamparada
que não principia e também não termina,
onde nunca é noite e nunca madrugada.
Pastores da terra, vós tendes sossego,
que olhais para o sol e encontrais direção.
Sabeis quando é tarde, sabeis quando é cedo. (I)
Eu, não.) (II)
(...)
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Nos versos destacados (I e II), estão presentes, respectivamente, as figuras de linguagem: