Dezenas de ativistas do Greenpeace escalam edifícios da Expal — uma empresa espanhola que vende bombas de fragmentação —, perguntam no quinto andar se os trabalhadores têm armamentos nos escritórios, entregam um vídeo de crianças do Camboja mutiladas, enchem o chão com silhuetas das vítimas e distribuem pernas soltas amputadas.
(Néstor G. Canclini. A sociedade sem relato: antropologia e estética da iminência, 2016.)
A intervenção mencionada no excerto pode ser definida como uma