ENEM/OBJ 2025 · Questão 79
Do artigo "Golfo Pérsico antecipa ao mundo como é viver e trabalhar sob calor de até 50°C" publicado no jornal Valor Econômico de 2/9/2024, são retirados os seguintes excertos:
Sentado em sua moto perto de uma cozinha industrial em Dubai, Mohamad espera para pegar um pedido de almoço enquanto o suor escorre pelo rosto. A comida não é para ele; Mohamad dirigirá em meio ao calor sufocante do centro financeiro para levá-la a um cliente em um bloco de torres climatizadas.
De julho ao início de setembro, as ruas de Dubai são tão quentes e úmidas que o "índice de calor", calculado a partir da combinação da temperatura do ar e dos níveis de umidade, costuma ultrapassar os 50°C. Em julho, temperaturas na faixa dos 40°C e níveis de umidade de 80% ou mais resultaram em um índice de calor de 62°C ao meio-dia no Aeroporto Internacional de Dubai, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA.
No entanto, as experiências individuais com o calor escaldante variam de acordo com a riqueza. Enquanto Mohamad e milhares de outros trabalhadores, em sua maioria estrangeiros, sofrem no calor, a vasta riqueza do petróleo do Golfo Pérsico permite aos moradores de renda mais alta viverem em cidades no estilo ocidental que desafiam o deserto inóspito.
Residentes mais ricos de Dubai também viajam para lugares mais frescos durante o pico do calor e os que permanecem podem usufruir de instalações que os mantêm em ambientes fechados durante as partes mais quentes do dia.
Essas diferenças nas experiências entre os mais ricos e os trabalhadores comuns, como seguranças e atendentes de estacionamento, que mantêm as cidades funcionando, mostram como os riscos climáticos extremos podem agravar e enraizar a desigualdade.
Assim, conclui-se que a renda obtida com a venda de petróleo
Resolução passo a passo com explicação detalhada
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