Durante a explosão de casos de microcefalia como consequência de infecção pelo vírus zika, entre 2015 e 2016, ficou evidente que as regiões com o maior número de notificações eram também aquelas com as condições de vida mais precárias. Estudos atuais relacionam o baixo consumo de proteínas à ocorrência da doença. Esses resultados não são exatamente surpreendentes, uma vez que deficiência de proteínas diminui a resistência imunológica a infecções.
(https://revistapesquisa.fapesp.br, 11.01.2020. Adaptado.)
O gênero do inseto vetor do Zika e a doença causada pela carência severa de alimentos ricos em proteína na dieta são: