Durante o século IV, a velocidade da expansão do cristianismo
aumentou muito, especialmente nas cidades [romanas].
As antigas crenças continuaram existindo, mas o número
de fiéis diminuiu muito. Os cristãos passaram a chamar
os adeptos das outras religiões de pagãos e, em algumas
ocasiões, se dedicaram a destruir seus templos e as estátuas
dos deuses antigos.
Isso não significa que as religiões tenham vivido em conflito.
O cristianismo tomou diversas ideias e características dopaganismo para si. Os livros escritos no início do Império e na época da República eram considerados obras-primas da literatura, e mesmo os que falavam de outros deuses eram lidos e apreciados pelos cristãos.
(Carlos Augusto Ribeiro Machado. Roma e seu império, 2004. Adaptado.)
Segundo o texto, a ascensão do cristianismo na Roma Antiga