Rosa, em meados do século XX, e Alencar, cerca de cem anos antes, provocam uma reflexão com base no estilo de escrita de cada um: Alencar, por defender a ideia de a nacionalidade apoiar-se primeiramente sobre a língua, que só pode ser modificada pelo povo; Rosa, por inovar a linguagem, com base na apropriação da oralidade, de hibridismos, de estrangeirismos e de regionalismos.