É preciso punir não apenas os traidores, mas até os indiferentes; punir quem quer que seja passivo na República e não faça nada por ela; pois desde que o povo francês manifestou sua vontade, tudo que se opõe a ele está fora da soberania; [...] é seu inimigo.
(Nilse Wink Ostermann e Iole Carretta Kunze. Às armas, cidadãos! A França revolucionária, 1995.)
Esse discurso de Saint-Just, proferido durante a Revolução Francesa, está associado à retórica predominante