É um fato histórico que o nacionalismo – a restauração da comunidade, a afirmação da identidade, o surgimento de novas práticas culturais – como força política mobilizada instigou, e depois fez avançar, a luta contra o domínio ocidental por toda a parte no mundo não europeu.
Nesse ponto, o movimento das mulheres é central, pois, quando a resistência básica começa, seguida depois por partidos nacionalistas plenamente desenvolvidos, as práticas masculinas injustas tais como concubinato, poligamia, atadura nos pés e escravização tornaram-se o ponto focal da resistência das mulheres.
(Edward W. Said. Cultura e imperialismo, 2005. Adaptado.)
Na visão do autor, os movimentos de independência na África e Ásia dependeram