Efedrina e pseudoefedrina são substâncias isômeras espaciais umas das outras, ou seja, possuem todas as suas propriedades físicas iguais, mas diferem na organização tridimensional de seus átomos. Além disso, possuem diferentes possibilidades de interações químicas, como o modelo chave-fechadura das enzimas bioquímicas. Uma situação que demonstra bem essa relação é a avaliação de um exame antidoping dessas duas substâncias, pois a efedrina possui concentração máxima permitida de 10.10-6 g/mL de urina coletada, enquanto a pseudoefedrina, de 150.10-6 g/mL. As principais ações das duas substâncias estão relacionadas à contração e à dilatação dos vasos sanguíneos, além de atuar como descongestionante nasal.
Ainda que os dados de concentração comum sejam importantes para uma melhor interpretação da sociedade como um todo, bioquimicamente a quantificação é sempre feita em mol/L.
Os valores máximos das concentrações molares da efedrina e da pseudoefedrina em mol/L são, respectivamente,