Em 14 de dezembro de 1968, o Jornal do Brasil, um dos mais importantes matutinos da época, foi às bancas com uma edição cuidadosamente planejada para provocar estranheza. Entre as bizarrices, o jornal estampou o aviso “ontem foi o Dia dos Cegos” e a previsão meteorológica na primeira página. Não satisfeito, anunciou: “tempo negro. Temperatura sufocante. O ar está irrespirável. O país está sendo varrido por fortes ventos!” O dia era de sol forte e céu escandalosamente azul, mas a edição falava sério (...)
Fonte: SCHWARCZ, Lilia Moritz – Brasil: uma biografia. 1ª ed. São Paulo: companhia das Letras, 2015. P. 455.
A situação descrita é explicada pela: