Em 25 de abril de 1974, desabrochava em Portugal a Revolução dos Cravos, ação liderada pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) e que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, criado por Antônio Salazar em 1933. Com a adesão em massa da população, a resistência do regime, enfraquecido militarmente, foi praticamente nula. “Portugal está em festa porque o 25 de abril restituiu a liberdade: de pensar, de escrever, de se reunir e de poder se manifestar.”
Adaptado de agenciabrasil.ebc.com.br, 25/04/2014.
Na madrugada do dia 31 de março de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo legalmente constituído de João Goulart. A falta de reação do governo e dos grupos que lhe davam apoio foi notável. Não se conseguiu articular os militares legalistas. Também fracassou uma greve geral proposta pelo Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) em apoio ao governo.
cpdoc.fgv.br
Os textos se referem a dois momentos de ruptura, um em Portugal e outro no Brasil. Nos dez anos que se seguiram à sua deflagração, tais movimentos tiveram consequências políticas opostas para a história dessas nações.
O campo da política no qual essas diferenças foram mais expressivas é: