Em A Escrava que Não é Isaura, palestra proferida durante a Semana de Arte Moderna e publicada em 1925, Mário de Andrade ensaia uma das primeiras reflexões sobre a estética moderna em nosso país. Sobre esse ensaio, considere as seguintes afirmações.
I - O título do ensaio remete ao romance A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães, pontuando que a poesia moderna, que não é Isaura, não idealiza ou romantiza seu tempo e tampouco sua produção: "Todos os assuntos são válidos. Não há temas podaços. Não há épocas poéticas".
II - Para Mário de Andrade, a poesia moderna advém de um processo libertário: "qualquer métrica é prejudicial quando pressestabelecida".
III - O verso é o elemento da linguagem que imita o organismo do movimento do tísico; logo, a poesia moderna valoriza as rimas ricas e o soneto.
Sobre as proposições acima, pode-se afirmar que