Em A hora e a vez de Augusto Matraga (1946), de Guimarães Rosa, o personagem título, após longa penitência, tem uma espécie de revelação:
Nhô Augusto sentia saudades de mulheres. E a força da vida nele latejava, em ondas largas, numa tensão confortante, que era um regresso e um ressurgimento. Assim, sim, que era bom fazer penitência, com a tentação estimulando, com o rasto no terreno conquistado, com o perigo e tudo. Nem pensou mais em morte, nem em ir para o céu [...]. Bastava-lhe rezar e aguentar firme, com o diabo ali perto, subjugado e apanhado de rijo, que era umprazer.
A partir do fragmento, assinale a alternativa que expressa a visão de Matraga relativa às provações.