Em 1848, a onda revolucionária ganhou força, e por todo o continente europeu ergueram-se barricadas e proclamaram-se repúblicas. Os povos fizeram valer o direito de autodeterminação e de se tornarem Estados-nações. Entretanto, em algumas semanas a repressão pôs fim àquela que ficou conhecida como a “Primavera dos Povos”. A velha ordem foi restaurada e o problema das nacionalidades (povos sem Estado) continuou a existir.
(Armelle Enders et al. História em curso: da Antiguidade à Globalização, 2008.)
Na segunda metade do século XIX, esse “problema das nacionalidades”