“– Espera aí, minha gente, ajudem o meu parente ali, que vai morrer mais primeiro... Depois, então, eu posso me deitar.
– Estou no quase, mano velho... Morro, mas morro na faca do homem mais maneiro de junta e de mais coragem que eu já conheci!... É só assim que gente como eu tem licença de morrer... Quero acabar sendo amigos...” – A hora e a vez de Augusto Matraga – momento em que Nhô Augusto, baleado, e Joãozinho Bem-bem, com a barriga aberta, estão morrendo, um pelas mãos do outro.”