Em 2012, cientistas criaram condições em laboratório para que bactérias produzissem ouro de 24 quilates. As bactérias extremófilas Cupriavidus metallidurans crescidas na presença de cloreto de ouro, que seria tóxico para a maioria dos seres vivos, sobrevivem porque convertem essa substância em ouro metálico.
Sabendo-se que a fórmula do cloreto de ouro é Au2CL3 ou Au2CL6, conclui-se que o número de oxidação do ouro nessa molécula é