Em cima das rapaduras, o defunto.
Com os balanços, ele havia rolado para fora do esquife, e estava espichado, horrendo. O lenço de amarrar o queixo, atado no alto da cabeça, não tinha valido de nada: da boca, dessorava um mingau pardo, que ia babujando e empestando tudo. E um ror de moscas, encantadas com o carregamento duplamente precioso, tinham vindo também.
O trecho acima integra um dos contos de Sagarana, obra de João Guimarães Rosa, publicada em 1946.
Considerando o trecho indicado podemos afirmar que se trata de