Em consequência da divisão do trabalho, o mesmo número de pessoas é capaz de executar uma quantidade maior de trabalho. Isso ocorre por três motivos: primeiro, o aumento de destreza de cada um dos trabalhadores; segundo, a possibilidade de poupar o tempo que habitualmente se perdia ao passar de uma tarefa a outra; e, finalmente, a invenção de um grande numero de máquinas que facilitam e reduzem o trabalho e tornam um só homem capaz de realizar o trabalho de muitos.
SMITH, A. A riqueza das nações. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1981 (adaptado).
Uma consequência econômica da situação descrita no texto foi a