Em correspondência a seu irmão, o Barão de Vassouras, um fazendeiro de café da região do vale do Paraíba, lamentava:
“É o defeito dessas paragens tão longe [...]. O que estraga é a lonjura por uns caminhos, onde muita besta de sela e de cangalha tem quebrado as pernas e o pescoço”.
(Apud DEL PRIORE, Mary. Histórias da gente brasileira. v. 2. Império. São Paulo: LeYa, 2016. p. 64)
Esse cenário de “lonjuras” e “estragos” descrito pelo cafeicultor do vale do Paraíba começou a sofrer mudanças a partir da segunda metade do século XIX. Estas alterações são materializadas na