Em 1989, foi anunciada a realização em laboratório da assim chamada "fusão a frio", um processo de fusão nuclear à temperatura ambiente realizada por meio de uma célula eletroquímica. Apenas do clamor inicial suscitado por esse resultado, experimentos sucessivos não conseguiram reproduzi-lo. De acordo com o que foi divulgado à época, núcleos de deutério 2H se fundiam por meio das reações:
2H + 2H → 3He + n + E1
2H + 2H → 3He + 1H + E2
Para a situação apresentada, considere uma célula eletroquímica que possibilite o processo de fusão a frio gerando uma potência de 11,2 W. Na hipótese de que as duas reações aconteçam com a mesma frequência, conclui-se que os neutrons liberados durante 1 segundo seriam:
Dados:
E1 ≅ 3,0 MeV
E2 ≅ 4,0 MeV
1 e V = 1,6 x 10-19 J