Em grande parte do século XVIII, a química foi dominada pela teoria do flogístico (do grego, phlogizein, incendiar, queimar). Com raízes na alquimia do alemão Johann Becher, o desenvolvimento desta teoria, por parte de Stahl (aluno de Becher) tentava obter uma explicação geral para as reações químicas. Para os cientistas adeptos da teoria, o flogístico era constituinte do fogo. Materiais como, a parafina, o carvão e outros combustíveis seriam compostos praticamente de flogístico, libertado na forma de luz e calor durante a queima destes materiais. Ainda neste contexto, numa combustão, o flogístico precisaria sair para o ar, que por sua vez poderia ficar “saturado” de flogístico caso estivesse presente apenas em certa quantidade, ou seja, se a combustão ocorresse em sistema fechado, ela poderia cessar se o ar ali presente “absorvesse” o limite de flogístico. Em outro ponto da teoria, dizia-se que, o flogístico por ser fogo ou calor (que sobem na atmosfera), de alguma forma era repelido pelo campo gravitacional da terra fazendo com que as substâncias com maior conteúdo de flogístico, em geral, fossem mais leves.
Considere a reação exotérmica de oxidação de um metal, formando o seu respectivo óxido metálico, num sistema fechado onde o oxigênio está em quantidade limitante e com base no que foi exposto acima, assinale a opção que mostra a interpretação que seria dada pela teoria do flogístico para esta reação.