Em maio de 1919 são apresentadas à delegação alemã em Paris as condições para um acordo de paz. Com esse documento na bagagem [...], os emissários viajam a Weimar: “Depois que as exigências para o acordo de paz do inimigo [...] se tornaram conhecidas, elas pareceram, num primeiro instante, paralisantes. Mas depois soou o grito da indignação diante do desrespeito às solenes promessas de estabelecer uma paz justa [...]”.
(Daniel Schönpflug. A era do cometa: o fim da Primeira Guerra Mundial e o limiar de um novo mundo, 2018.)
O trecho transcrito no texto é de Mathias Erzberger, ministro alemão das finanças.
Nele, o ministro retrata a reação alemã à