Em 2022 o Brasil registra uma das maiores taxas de desmatamento da Amazônia em toda sua história. Segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o desmatamento acumulado chegou a quase 8 mil km² em apenas oito meses, sendo o maior dos últimos 15 anos. Somente em agosto foram derrubados 1.415 km² de floresta, uma área quatro vezes maior do que a de Belo Horizonte. Outro problema foi a degradação florestal, causada pela extração de madeira e pelas queimadas, que cresceu 54 vezes na região em relação ao mesmo mês do ano passado. A área degradada passou de 18 km2 em agosto de 2021 para 976 km2 em agosto de 2022, uma alta de 5.322%.
Paralelo a esse fato citado, há dois anos e meio, o mundo assistia ao início daquela que seria uma das maiores pandemias da sua história, a covid-19. Em poucas semanas, o novo coronavírus se espalhou pelo planeta, usando nossos corpos como meio de dispersão. Isso acendeu um alerta em toda sociedade, e multiplicaram-se os estudos da relação do aumento do risco de transmissão com a redução da biodiversidade em regiões desmatadas.
Qual seria a hipótese mais provável, segundo os cientistas para justificar essa relação?