Em 1936 o escritor Mário de Andrade concluiu aquilo que ficou conhecido como o anteprojeto do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Representava uma preocupação, de determinados grupos intelectuais da época, sobre a proteção e salvaguarda dos bens culturais materiais e imateriais que formavam brasilidade. Recebeu esse título de anteprojeto porque sua efetivação por meio do Decreto-Lei n.25 de 30 de novembro de 1937 não foi completa. Seu tamanho, complexidade e abrangência foram restritos aos bens culturais materiais.
Isso representava uma adaptação ao próprio projeto varguista de