Em 2006, o ex-espião russo Alexander Litvinenko foi encontrado morto em Londres. De acordo com as investigações realizadas pela polícia britânica e concluídas em 2016, o russo morreu três semanas após ingerir um chá contendo polônio-210. Após a morte de Litvinenko, os resultados dos testes para envenenamento por radiação alfa deram positivo. Acredita-se que a dose do radionuclídeo em questão, cuja meia-vida é de aproximadamente 138,4 dias, usada para matar o ex-espião foi bem acima da dose letal máxima, já que sua morte se deu em apenas três semanas após a contaminação.
A respeito do caso em questão, é correto afirmar: