Em 1918, o mundo foi atingido por uma epidemia. Leia a seguir uma matéria publicada na ocasião.
Não se trate, pois, o mal com o desprezo subcolor da inocência; tenham todo o cuidado no resguardo e na assistência aos epidemiados. (...) Nem o sequestro dos doentes, nem a claustração dos sãos são medidas portadoras de confiança. Para muitos doentes que se aferrolhassem nos hospitais, muitos mais seriam os que livremente haviam de ficar nos domicílios e até a andar nas ruas; sem falar nos próprios que estejam com saúde, mas trazem consigo os germes violentos aos sãos que quisessem se enclausurar. Para se tomarem à ambiência epidêmica, bem difícil lhes seria arranjar torre de marfim que os livrasse da aproximação perigosa de outros homens.
Adaptado de Revista da Semana . Disponível em: http://hemerotecadigital.bn.br/acervo-digital/revista-semana/025909. Acesso em: 26. out 1918.
Uma explicação para a propagação da doença naquele momento histórico foi a: