Em outubro de 1835, Bento Gonçalves, líder rio-grandense dos revoltosos Farroupilhas, dirigia uma carta ao regente Feijó:
“ [...] O Rio Grande é a sentinela do Brasil que olha vigilante para o rio da Prata. Merece, pois, consideração e respeito. Não pode nem deve ser oprimido [...]. Exigimos que o Governo nos dê um presidente de nossa confiança, que olhe pelos nossos interesses, pelo nosso progresso, pela nossa dignidade, ou nos separaremos do centro e, com a espada na mão, saberemos morrer com honra ou viver com liberdade.”
(Apud PESAVENTO, Sandra Jatahy. Uma certa Revolução Farroupilha. In: GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo. O Brasil Imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. V. II. p. 246.)
A partir do contexto histórico no qual esse documento foi produzido, é INCORRETO afirmar que os revoltosos