“Em pesquisa publicada na “Science Translational Medicine”, cientistas conseguiram a remissão completa de uma forma avançada da leucemia resistente à quimioterapia em 14 dos 16 indivíduos (88%) recrutados. A façanha consistiu em mudar o genoma do linfócito T, célula de defesa do corpo, para que ela reconhecesse uma proteína que aparece na superfície da célula cancerosa e a distingue das demais”. A Tribuna. 26 de fevereiro de 2014.
A célula T, a que se refere o texto, é o