Nesse conto, o estar “bem” se opõe à loucura, o que implica, no nível da protagonista, uma oposição entre a Laura metódica e “chatinha” e a Laura “superhumana”, “luminosa e inalcançável” em seu “isolamento brilhante”. Assim, do ponto de vista da narrativa, o estar “bem” se relaciona ao enquadramento às normas sociais, enquanto a loucura surge como signo de libertação.