Em setembro de 2017 foram completados 30 anos do mais grave acidente radioativo do Brasil. Na cidade de Goiânia, em decorrência do desmonte de um equipamento de teleterapia utilizado em um centro medicinal radiológico, peças do maquinário foram descartadas de maneira equivocada e junto havia quantidades de Césio radioativo. Houve a coleta de quase 20 gramas de cloreto de césio que possuía quantidades do isótopo 137.
A respeito dos átomos do elemento CÉSIO e de suas emissões radioativas percebe-se que