Em Silvino Jacques – o último dos bandoleiros, o escritor Brígido Ibanhes apresenta os seguintes comentários introdutórios:
Quero esclarecer o leitor quanto ao uso frequente, nesta obra, de termos e expressões típicas da região onde atuou o bandoleiro, principalmente quanto ao som das palavras em guarani, essa língua onomatopaica e muito popular nessa região. Seria impossível escrever esta história sem se utilizar dessa linguagem e do guarani. Em nenhum momento a intenção foi ferir a memória de quem quer que seja; apenas narrar a realidade dos fatos que com o tempo foram se transformando em lenda, ultrapassando os limites da compreensão racional da própria história. Narração executada sem prolixidades e pretensões literárias, bem ao estilo da gente simples daquela época, mas que, relevada sua singeleza, agradará com certeza pelo conteúdo histórico. Com um gole de tererê fica muito mais gostoso...
Considerando outras obras literárias selecionadas para o Vestibular UFGD/2013, é correto afirmar, em relação ao romance de Brígido Ibanhes, que