Em três anos de guerra civil, mais de 2 000 europeus se juntaram a grupos terroristas na Síria, incluindo a Frente Al Nusra e o Estado Islâmico, que quer criar um califado sem fronteiras, regido pela lei islâmica. Nesse intento, eles escravizam milhares de meninas, exterminam minorias religiosas, extorquem a população das cidades e degolam os que consideram infiéis ou apóstatas.
(WATKINS, 2014, p. 81-82).
Compreendido no curso da expansão islâmica como um território governado por um califa — vigários da religião que possuíam poder militar, político e religioso —, o califado, na atualidade, difere do antigo,